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MST interdita a Via Dutra em protesto contra Temer em Taubaté


Grupo paralisou o sentido Rio de Janeiro da rodovia após desocupação de fazenda; presidente da república foi gravado dando aval à compra do silêncio de Cunha

MST interdita a Via Dutra em protesto contra Temer em Taubaté Trecho da Via Dutra ficou interditado por 15 minutos durante manifestação (Foto: Stéfanie Bernardes/ Mídia Ninja)
Publicado em 18/05/2017 12h21
por redação/ Guia Taubaté

O grupo do Movimento Sem Terra (MST), que estava instalado em uma área da Prefeitura desde o mês passado, desocupou o local na noite desta quarta-feira, 17 de maio. Simultaneamente à desocupação, os integrantes do MST interditaram um trecho da Via Dutra, em protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB).

A manifestação pediu pela saída imediata do governante que foi gravado dando aval para compra do silêncio de Eduardo Cunha, em delação do dono da empresa JBS.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o grupo invadiu a rodovia na altura do km 118 no sentido Rio de Janeiro por volta das 23h. A interdição durou poucos minutos, mas gerou três quilômetros de congestionamento.

O Movimento Sem Terra ocuparam a fazenda Guassahy no mês de abril e deixaram o mesmo local em cumprimento à ordem judicial.

Caso JBS
O protesto contra Michel Temer foi motivado pela delação dos donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista. Eles disseram à Procuradoria Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso pela Lava Jato.

A primeira informação sobre o caso foi passada pelo jornal O Globo. Segundo o periódico, o empresário diz a Temer, na gravação, que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante da informação, Temer teria dito: “tem que manter isso, viu?”.

Horas após a denúncia ser publicada, o Palácio do Planalto divulgou uma nota, na qual o presidente informa que “jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar”, diz em trecho.

Além de Temer, a delação da JBS atinge diretamente o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e cita o ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega, entre outros. 

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