A Câmara de Taubaté aprovou nessa terça-feira (6), em primeira discussão, o projeto do prefeito Sérgio Victor (Novo) que pede autorização para a venda, por meio de leilão, de mais dois imóveis do município. As duas áreas ficam no Una.
Uma tem 5,1 mil metros quadrados e a outra tem 2,1 mil metros quadrados. Ambas têm edificações. O texto não cita uma estimativa de valor dos imóveis.
A proposta foi aprovada com apenas um voto contrário, do vereador Isaac do Carmo (PT), que integra a oposição. No projeto, que ainda passará por segunda discussão antes de seguir para sanção, o prefeito afirmou que a "proposta visa promover a gestão eficiente do patrimônio público municipal, mediante a destinação economicamente adequada de bem dominical sem afetação específica, possibilitando a geração de receitas para o município e contribuindo para o desenvolvimento econômico local, especialmente pela potencial instalação de novos empreendimentos compatíveis com a vocação industrial da região".
Sérgio alegou ainda que a venda dos imóveis "contribuirá para a racionalização do patrimônio público municipal, incentivando a atração de investimentos privados, o fortalecimento da atividade econômica, a geração de emprego e renda e o incremento da arrecadação tributária, com reflexos positivos para o desenvolvimento do município e benefícios diretos à coletividade".
Câmara já aprovou a venda de 33 áreas desde o ano passado
Em abril de 2025, o governo Sérgio Victor anunciou que pretende vender pelo menos 108 imóveis da Prefeitura. Desde junho do ano passado, a Câmara aprovou a venda de 33 áreas, sendo que 26 delas já foram a leilão - contando os leilões que terminaram sem proposta.
Dos 26 imóveis que foram a leilão, 16 foram vendidos, todos em janeiro desse ano. Na ocasião, foram leiloados 12 imóveis no Portal da Mantiqueira, um no Cataguá e três no Esplanada Independência, que somaram R$ 3,831 milhões.
Terminaram sem lances os leilões das áreas da Esquina do Brasil, da antiga sede da Secretaria de Serviços Públicos, de três terrenos no loteamento São Felix do Cataguá, de outra área no Piracangaguá e de um imóvel no Água Quente.