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Centro Cultural terá sessões de cinema durante o mês de janeiro


Filmes de diretores internacionais e nacionais serão exibidos na sala Mazzaropi

Centro Cultural terá sessões de cinema durante o mês de janeiro Filmes serão exibidos no Centro Cultural Toninho Mendes (Foto: Arquivo/ Guia Taubaté)
Publicado em 10/01/2018 15h31
por redação/Guia Taubaté

Durante o mês de janeiro, todas as quartas-feiras, às 19h30, a Secretaria de Turismo de Taubaté, em parceria com o Sesc, vai realizar sessões de cinema gratuitas no Centro Cultural Toninho Mendes.

Segundo a Prefeitura, o projeto tem como objetivo, fomentar a sétima arte – o cinema – e a exibição de películas que estão fora do circuito comercial. Além disso, a ação pode aproximar os taubateanos das atividades oferecidas no Centro.

A população poderá conferir uma programação de diretores internacionais e nacionais. As exibições serão realizadas na sala Mazzaropi.

O Centro Cultural está localizado na praça Coronel Vitoriano, n° 1, no Centro. Para mais informações, o telefone é o 3621-6040.

Confira abaixo a programação do projeto:

10/01 A Ovelha Negra (Dir. Grímur Hákonarson): a narrativa se passa em uma área rural da Islândia, onde vivem os irmãos Gummi (Sigurður Sigurjónsson) e Kiddi (Theodór Júliússon), dois dos criadores de ovinos mais experientes e respeitados do país e que, mesmo morando em fazendas vizinhas na mesma propriedade, não se falam há mais de 40 anos. Os irmãos cuidam de suas ovelhas e carneiros e estes animais possuem um papel econômico e cultural de extrema importância para o povo do país. Quando uma doença contagiosa entre os ovinos, similar à vaca louca, atinge o rebanho de Kiddi, autoridades decidem abater todos os animais da região para conter uma epidemia. Muitos fazendeiros abandonam o local, mas os dois irmãos não desistem tão fácil. Para Gummi e Kiddi, mais do o que a atividade que os sustenta, perder suas ovelhas significa perder sua identidade, perder o único elo com sua história, seu passado. E acertar as contas com esse passado soa como algo inevitável.

17/01 Hipócrates (Dir. Thomas Lilti): Benjamin (Vincent Lacoste) é médico residente no mesmo hospital que seu pai (Jacques Gamblin) trabalha. Um dia, ao ser chamado no plantão, ele atende um paciente que necessita de um exame cujo aparelho necessário está quebrado, Benjamin apenas receita um analgésico. No dia seguinte descobre que o paciente morreu. Devastado pela notícia, esta situação atinge em cheio sua autoconfiança. Além do olhar clínico sobre o impacto de fracassos no bem-estar mental dos próprios médicos, o longa ainda oferece questões pertinentes sobre os pacientes, especialmente em relação ao conforto. Eutanásia e a mercantilização do serviço de saúde são alguns dos temas difíceis abordados. O final deixa clara a desilusão existente em trabalhar em um local onde, apesar de todos os esforços, possui problemas estruturais sérios.

24/01 Terra Firme (Dir. Emanuele Crialese): reflete sobre o que acontece nos dias atuais em relação ao fluxo migratório de países em crise econômica e/ou social. No filme, o diretor conta sua história através do olhar de um menino (Filippo) que vai, ao longo do enredo, se transformando num homem que deve se responsabilizar por suas escolhas, agindo conforme uma ética pessoal. Órfão de pai, ele se debate entre desejos familiares conflitantes: sua mãe e seu anseio de fuga em busca de uma vida mais confortável e cosmopolita; seu avô Ernesto (a encarnação do honesto), um pescador que procura transmitir valores sensatos ao neto e que sofre com a estiagem da pesca; e o assédio de seu tio bonachão, que encontra no potencial turístico uma alternativa rentável e pragmática de permanecer onde sempre esteve. Até que a chegada de barcos clandestinos, carregados de forasteiros ilegais, muda radicalmente sua visão de mundo e o impele ao amadurecimento.

31/01 Amar, Beber e Cantar (Dir. Alain Resnais): Um grupo de teatro amador está ensaiando uma nova peça, quando uma notícia triste abala a todos: George, amigo próximo da trupe, está doente. De acordo com os médicos, ele tem no máximo seis meses de vida. Enquanto as mulheres do grupo começam a relembrar a antiga paixão pelo mulherengo George, os homens têm uma ideia inusitada: e se o amigo doente fosse chamado para interpretar um dos personagens da peça? O diretor explora mais uma vez o potencial do teatro, da artificialidade e do cruzamento de linguagens. Com este único conflito, a doença do amigo, o diretor combina paisagens britânicas com desenhos, animação e cenários teatrais.

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