A Secretaria de Saúde de Taubaté, por meio do Controle de Animais Sinantrópicos (CAS), divulgou os dados da Avaliação da Densidade Larvária (ADL) coletados em maio. O resultado foi um Índice de Breteau (IB) de 1,2, uma redução significativa em relação ao índice de janeiro, que foi de 3,2.
A ADL é realizada quatro vezes ao ano e permite identificar as regiões com maior risco de transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Em maio, agentes do CAS inspecionaram 6.180 imóveis em dez áreas do município, focando principalmente em residências. Cada área teve, em média, 600 imóveis pesquisados.
Os imóveis foram selecionados por um sorteio do próprio sistema, sem considerar terrenos ou praças públicas. Os recipientes mais comuns onde as larvas do mosquito da dengue foram encontradas incluíram ralos externos, vasos de plantas com água, pratos/pingadeiras, vasos sanitários/caixas de descarga, baldes/regadores, entre outros.
As larvas coletadas foram analisadas em laboratório e os dados inseridos no sistema, resultando no cálculo do Índice de Breteau. Este índice representa o número de recipientes positivos para cada 100 imóveis vistoriados.
Números
Desde 2018, o município de Taubaté foi dividido em dez áreas para os trabalhos de campo do CAS. Na área 1, que inclui 22 bairros como Água Quente, Granja Daniel, Jaraguá, Mourisco, Vila Aparecida e Vila das Graças, foi encontrado o maior número de larvas de mosquitos da dengue, resultando em um índice de 2,55 IB.
O segundo maior índice, de 1,57 IB, foi registrado na área 8, composta por 13 bairros, incluindo Alto Cristo, Alto de São Pedro, Chácara Silvestre e Parque Três Marias.