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Luiz Antonio Gobbo é aprovado pela Câmara como presidente do IPMT


Dentista foi indicado pelo prefeito Ortiz Junior e afirmou, ao ser questionado, que a reforma da previdência é necessária

Luiz Antonio Gobbo é aprovado pela Câmara como presidente do IPMT Luiz Antonio Gobbo durante sessão extraordinária na Câmara (Foto: Divulgação/CMT)
Publicado em 24/11/2017 17h41
por redação/Guia Taubaté

O servidor municipal Luiz Antonio Gobbo foi aprovado pela Câmara nesta sexta-feira, 24 de novembro, como novo presidente do IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté), após indicação do prefeito.

A votação aconteceu durante sessão extraordinária e contou com 16 vereadores favoráveis. Na presidência dos trabalhos, Nunes Coelho (PRB) não votou, e houve duas ausências: João Vidal (PSB) e Neneca (PDT).

Formado em Odontologia em 1982 pela Universidade de Taubaté, Gobbo foi admitido pela Prefeitura em 1987 para prestar atendimento no Pamo (Posto de Atendimento Médico e Odontológico) do Parque Três Marias. Exerceu função de delegado da seccional do Conselho Regional de Odontologia, integrou o Conselho Municipal de Saúde entre 2003 e 2010 e em 2001 iniciou sua função como supervisor da Divisão de Saúde Bucal das Unidades Básicas de Saúde.

Entre 2011 e 2013 foi diretor de Administração e Planejamento em Saúde, integrou a Comissão de Avaliação de Desempenho do Estágio Probatório e exerceu a presidência da Comissão Permanente de Sindicância da Secretaria de Saúde, entre outras atribuições.

Previdência
Luiz Antonio Gobbo respondeu a questionamentos dos vereadores e afirmou que a reforma da Previdência é necessária, para que o sistema não entre em colapso. “À primeira vista a população vai perder, mas, pode ser que esta perda não seja tão grande [no futuro]”, avaliou.

Segundo ele, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que faz a reforma da Previdência, em análise no Congresso Nacional, vai amenizar o déficit dos institutos de previdência espalhados pelo país. “Nosso problema vai ser resolvido com essa PEC, a porta de saída de dinheiro vai fechar.”

Com relação às terceirizações promovidas pela Prefeitura nas áreas de saúde e educação, Gobbo avaliou que é uma ferramenta da qual os gestores podem lançar mão, porém, é preciso avaliar o impacto em setores para os quais existem cargos efetivos criados. “A gente não quer que caia a arrecadação do IPMT, é uma análise que deve ser feita.”

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