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Especial: Mães ressaltam a importância da Criação com Apego


Mulheres contam sobre experiência em filosofia que busca criar vínculos de afeto seguro com os filhos

Publicado em 12/05/2019 10h30 - Atualizado há 5 meses
por Mário Pereira e Giovana Bertti

Você já ouvir falar sobre alimentação BLW, babywearing e parto humanizado? Esses termos podem ser enquadrados no que vem sendo chamado de Criação com apego, uma filosofia adotada por mães que desejam criar vínculos de apego seguro com os filhos.

Neste Dia das Mães, vamos falar um pouco mais sobre essas ferramentas com mamães que optaram por esse caminho tanto na gestação, como na criação de seus bebês.

No caso da Gabriela, as informações foram adquiridas ainda durante a gravidez, por meio de uma rede de apoio materno. Entre as novidades que passou a adotar com o pequeno Keni, está a utilização de fraldas ecológicas.

“Muita gente me questiona em relação as fraldas, como se desse muito trabalho e ficar lavando fralda de coco. Mas, o trabalho que a gente tem é de armazenar a fralda em balde fechado e colocar na máquina, depois estender e tirar do varal”.

Vegetariana há 12 anos, a fotógrafa também mantém uma alimentação sem carne para o filho. Apoiada pelo pediatra do Keni, a mãe revelou um pouco da introdução alimentar da criança.

“A partir do sexto mês começamos a introdução alimentar, ele é acompanhado por um pediatra que entende é ciente da nossa escolha e apoio. Isso me deu bastante segurança porque tive muito medo de ser julgada por profissionais. Não tem muito segredo na questão da alimentação. A gente quer mais para frente utilizar técnicas da BLW, que é um jeito diferente de cortar e oferecer o alimento para criança alimento.

Ainda nos primeiros meses de maternidade, Gabriela criou o Preguiça Mãe, um empreendimento focado em comidas vegetarianas. Ela contou como surgiu o projeto e como ele foi pensando em conjunto com os cuidados que teria com o filho.

“Depois que o Keni nasceu comecei a fazer alguns eventos para ir fazer os lanches lá. Além do hambúrguer montava os lanches e vendia, mas só em evento. Coloquei na minha cabeça que voi investir o meu tempo, o que eu posso na preguiça mãe porquê eu não quero sair de casa e me desvincular do Keni tão novo e queria ficar com meu filho.

Uma das pessoas que auxiliaram Gabriela durante a gravidez e após o parto foi a doula Mariana Lopes. Ela contou um pouco sobre como é a doulagem e em que momento esse serviço é necessário.

“Começa antes delas estarem grávidas, as mulheres querem engravidar e me procuram como se eu tivesse uma fórmula mágica. Indico profissionais, a percepção do círculo, quem elas deveriam procurar além dos ginecologistas e obstetras. Já cercando a mulher de pessoas que estão ali em favor de uma gestação consciente e de um parto respeitoso, se for um parto hospitalar ou se for um parto domiciliar já estamos ali e ai

Trabalhamos em pareceria com outros profissionais que fazem a parte técnica, porque a dola não faz nada que seja da área da saúde. A doula é uma profissional que está ali acreditando no processo como fisiológico, como natural, como algo que é importante para esta mulher com ela mesma e até para recepção desse novo bebê que está chegando.

Dá tempo de ir pra la e tirar que a dor do parto é horrível, que ela vai ficar sofrendo durante horas. Primeiro vamos para casa da gestante e depois vai até a maternidade.

Aceito pelo Ministério da Saúde, o serviço de doula ainda sofre resistência em hospitais da região. Segundo Mariana, mesmo com leis, a atuação ainda é limitada em cidades como Taubaté.

“O acesso das doulas nos hospitais ainda é uma coisa que a gente está lutando para mudar está realidade e precisa da demanda da gestante solicitando isto também. Tenho cadastro em algumas  e outras está em processo.

Aqui na cidade tem a lei das doulas nas maternidades particulares, mas ainda é bem complicado a realidade de acesso. Acredito que isso está mudando a pequenos passos, mas está acontecendo. Infelizmente não é só a doula entrar e ter acesso , por que as vezes a gente está em uma maternidade acompanhando como doula e precisa que se torne uma cesariana e vetam a nossa entrada no centro cirúrgico. O que não deveria porque a doula é tão necessária em uma cesariana que se fez necessária”.

Mãe de três filhos, a profissional conta que apenas na terceira gestação passou a adotar hábitos, como da Criação com Afeto, e a contar com o auxílio de uma doula.

“Quando estava grávida do Enzo comecei a procurar rodas de gestantes porquê queria falar sobre o assunto e não estava sentido que isso estava sendo suprido em consulta de pré natal. Queria falar sobre a gestação e foi quando encontrei doula e quando encontrei rodas de gestantes em Taubaté e depois em Pindamonhangaba e são José dos Campos”.

Neste Dia das Mães, a doula deixa um recado para as novas e futuras mamães.

“Procurar uma doula para acompanhar na gestação, entender um pouco sobre a via de nascimento vai ter e o puerpério, que muitas pessoas acham que dura 45 dias, mas normalmente é próximo dos dois anos. Também tirar duvida sempre e não achar que você sabe de tudo, como mãe de três eu sempre to apreendendo tudo”.

Errata: Diferente do que é narrado no início da reportagem, o termo correto é Criação com Apego e não Criação com Afeto.  

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