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Em meio à pandemia, cesta básica registra nova alta na RMVale


Segundo o Nupes, em abril o preço médio esteve 1,61% mais caro em relação ao mês de março

Em meio à pandemia, cesta básica registra nova alta na RMVale Cebola foi produto que sofreu maior aumento no mês de abril em supermercados da região (Foto: Arquivo/ Guia Taubaté)
Publicado em 14/05/2020 20h01
por redação/ Guia Taubaté

A pesquisa mensal realizada pelo Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais) da Unitau (Universidade de Taubaté) sofreu mudanças na busca pelo preço da cesta básica no mês de abril em quatro cidades da RMVale – Caçapava, Campos do Jordão, São José dos Campos e Taubaté. Por conta da pandemia de Covid-19, a coleta de preços em estabelecimentos foi feita a partir de dados de aplicativos online dos supermercados, respeitando o isolamento físico.

Os dados do mês de abril mostram que uma cesta básica para uma família padrão-brasileira, com poder de compra de 5 salários mínimos vigentes (R$ 5.195,00 total), esteve 1,61% mais cara, passando de R$ 1.749,79 em março para R$ 1.778,05. Esta é a terceira variação positiva de preços do ano de 2020.

Segundo os pesquisadores, em abril já era esperado aumento dos preços médios na região. Houve aumento de preços em todas as cidades pesquisadas, com destaque para Campos do Jordão, com alta de 3,34%. Apesar disso, o maior valor segue sendo de Caçapava, que apresentou variação de 0,87%.

O item alimentação foi responsável por 89,08% do valor da cesta, o item higiene pessoal (6,34%) e, o item limpeza doméstica (4,58%). No mês de abril apenas o segmento de higiene pessoal teve variação negativa no preço médio da maioria dos produtos.

Os produtos que sofreram as maiores altas no mês de abril foram a cebola (25,76%), a batata (17,45%) e o feijão (16,51%). Por outro lado, estiveram mais baratos itens como tomate (-9,31), o contra filé (-7,25%) e a alcatra (-5,19%).

Para o Nupes, o aumento nos preços do último mês foi em decorrência de fatores adversos nas condições de produção interna e na aquisição de produtos importados, devido à desvalorização cambial. O fator maior de restrição orçamentária ocasionado pela perda de empregos, puxou a demanda para baixo minimizando, assim, o impacto dos aumentos de preços de outros produtos.

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