INVESTIGAÇÃO Plantão

PF investiga estelionato praticado por grupo criminoso contra a Caixa no Vale do Paraíba

Segundo a Polícia Federal, suspeitos usaram documentos falsos para abrir contas bancárias na Caixa em Taubaté e Jacareí. Prejuízo à empresa pública passa de R$ 500 mil.


Em 20/01/2026 17:15 por Redação Guia Taubaté


PF investiga estelionato praticado por grupo criminoso contra a Caixa no Vale do Paraíba
Com informações de TV Vanguarda. (FOTO: Reprodução/PF)

A Polícia Federal revelou nesta terça-feira (20) que investiga um caso de estelionato pratica por um grupo criminoso contra a Caixa Econômica Federal no Vale do Paraíba.

De acordo com a PF, os suspeitos usaram documentos falsos para abrir contas bancárias na Caixa em Taubaté e Jacareí. O prejuízo à empresa pública passa de R$ 500 mil.

"A investigação faz parte de uma série de inquéritos policiais onde são investigadas pessoas que utilizaram documentos falsos, em nome de terceiros, para abertura de contas bancárias junto à Caixa Econômica Federal no eixo Jacareí/SP – Taubaté/SP e obtenção de valores a título de empréstimos, sendo estes valores transferidos, na sequência, para várias outras contas bancárias de “laranjas”, denominadas contas de passagem, e posteriormente sacados por integrantes da quadrilha", explica a PF.

Dois mandados de busca e apreensão contra alvos da investigações foram cumpridos em casas de Barueri na manhã desta terça-feira.

Nesta fase da operação, os alvos dos mandados foram pessoas identificadas como responsáveis pelo uso de documentos falsos para abertura das contas e contratação dos empréstimos.

Foram apreendidos documentos falsos utilizados para a prática do crime e aparelhos celulares que serão periciados e analisados em busca de novas pistas que possam contribuir para identificar os demais membros da associação criminosa.

Os crimes investigados são associação criminosa e estelionato. Caso eles sejam confirmados, os suspeitos podem ser condenados a até 13 anos de prisão.

A Caixa informou em nota oficial, na tarde desta terça-feira (20), que "atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que envolvem a instituição" e que "tais informações são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente às autoridades competentes, para análise e investigação".

A nota diz também que "o banco aperfeiçoa continuamente os critérios de segurança em movimentações financeiras, acompanhando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias diante dos ‘modus operandi’ identificados".

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