A Prefeitura de Taubaté começou a utilizar nesta semana uma nova técnica de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O método prevê a aplicação de inseticida com efeito residual em locais estratégicos, sem incluir residências.
A técnica, chamada BRI-Aedes (Borrifação Residual Intradomiciliar), é recomendada pelo Ministério da Saúde e consiste na aplicação do produto em superfícies onde os mosquitos costumam pousar, como paredes e partes inferiores de móveis. O inseticida atua principalmente contra as fêmeas adultas e tem efeito residual previsto de até 120 dias.
A aplicação é feita pelas equipes do CAS (Controle de Animais Sinantrópicos), conforme um cronograma de visitas e reaplicações a cada 120 dias.
Onde o inseticida será aplicado
A estratégia contempla dois grupos de locais. O primeiro reúne os chamados Imóveis Especiais, que recebem grande circulação de pessoas, como unidades de saúde, escolas, universidades e terminais rodoviários.
O segundo abrange os Pontos Estratégicos, que apresentam maior concentração de possíveis criadouros do mosquito, como depósitos, borracharias, estabelecimentos de reciclagem e pátios de recolhimento de veículos.
A primeira aplicação foi realizada na segunda-feira (26), no Sítio do Picapau Amarelo. O trabalho também será realizado em outros pontos definidos pelo planejamento técnico do município.
A nova técnica complementa as ações já desenvolvidas pela Prefeitura para combater o mosquito, incluindo visitas de orientação, eliminação de criadouros e outras medidas de prevenção às arboviroses.