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Superstições e crenças seguem como tendência na virada de ano


Roupa branca, pular sete ondinhas e ceia com carne de porco, lentilhas e uvas são algumas das tradições mantidas na noite de réveillon

Superstições e crenças seguem como tendência na virada de ano Pular ondas na virada de ano é uma prática de oriunda de religiões de matriz africana (Foto: Divulgação)
Publicado em 31/12/2018 12h10
por Mário Pereira

As festas de Réveillon se tornaram sinônimo de superstição no Brasil. Entre as mais conhecidas estão as de usar roupas brancas, pular sete ondas e ter uma ceia com lentilhas, carne de porco e uvas. Mas será que sabemos os significados e a história por trás destas crenças?

Sobre as vestes para a virada de ano, muito se fala que cada cor tem um significado. Segundo sites de astrologia e blogs de moda feminina, o branco representa a paz, verde a esperança, rosa o amor, azul a serenidade, vermelho a paixão, laranja e amarelo o sucesso monetário, violeta a transformação, entre outras, como prata, dourado e marrom. Outra superstição ligada a roupa é com relação as peças novas. Segundo uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), quase metade dos brasileiros (49%) passaram a virada de 2017 para 2018 com roupas novas, que representariam uma nova história para o ano que estava se iniciando.

Se as roupas apresentam significados diversos, os alimentos seguem com representações únicas nas tradicionais ceias de fim de ano. Uma delas diz que, ao comer 12 uvas à meia-noite, sendo uma para cada batida do relógio, é possível descobrir como será cada mês por meio da doçura de cada uva. Outras culturas já acreditam que a carne de porco simboliza o progresso e a carne de peixe a fertilidade. Por fim, como esquecer das sempre lembradas lentilhas? Em muitos países, as pessoas comem esses grãos para ganhar dinheiro e ter um próspero ano novo.

Por fim, para quem vai passar o réveillon em cidades litorâneas, a lembrança que fica é a das hoje tradicionais sete ondas. Segundo manda a tradição, cada um deve pular sete ondas e, ao pular, fazer sete desejos para o ano que se inicia. Essa prática e a de usar roupas brancas são oriundas de religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda. O hábito das sete ondas, por exemplo, se popularizou na década de 1980, com as telenovelas que mostravam os adeptos dessas religiões comemorando a virada de ano na praia de Copacabana.

E você, como pretende iniciar 2019? Feliz Ano Novo!

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