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Sesc Taubaté apresenta programação sobre povos indígenas


Atividades de dança, música, teatro, vivências e debates estão entre as atrações do mês

Sesc Taubaté apresenta programação sobre povos indígenas Atividades com temáticas indígenas têm início nesta terça-feira (2) (Foto: Divulgação/ Sesc Taubaté)
Publicado em 01/04/2019 16h59
por redação/ Guia Taubaté

O mês de abril no Sesc Taubaté será de programação especial voltada para os povos indígenas. Entre as atrações estão atividades de dança, música, teatro, literatura, exibição de filmes, vivências, brincadeiras típicas e bate-papos.

A primeira atividade voltada ao tema será realizada nesta terça-feira (2), quando será realizada a oficina de música “Cantos da Floresta – As Culturas Indígenas nas Escolas”, com Magda Pucci.

Do dia 6 ao dia 27, nos sábados, a unidade recebe às 10h30, a oficina “Cantando Ihu – Todos os Sons”, com Maru Ohtani. Ihu – Todos os Sons é um CD e livro de partituras lançado em 1996 pela cantora e compositora Marlui Miranda. Para esse evento, serão entregues senhas aos participantes 30 minutos antes do início.

Aos sábados ainda será realizado a “Tekó Porã: Oficina Arte Criativa do Fazer Tradicional”, com Aldeia Guarani Boa Vista (Jaexa á Porã), de Ubatuba. Com base nos saberes e técnicas de construção de objetos, arte e artesanatos indígenas, cada aluno irá desenvolver seu objeto a partir de um referencial pessoal, podendo explorar seu potencial criativo.

Do dia 9 ao dia 30, às terças-feiras, das 19h às 21h, ocorre o curso Cestaria Guarani Mbya, com indígenas do Projeto Ajaka. O curso consiste em transmitir o saber e as técnicas das cestarias indígenas. As vagas para essa atividade são limitadas e a participação requer a retirada de senhas com 30 minutos de antecedência.

No dia 13 acontecem três atividades especiais no Sesc. Às 14h, ocorre a vivência de dança “Para aprender o Xondaro”, com membros da Aldeia Tenondé Porã. A atividade, aberta ao público, é ministrada por indígenas da etnia guarani mbya, que ensinam a forma e a motivação dos movimentos desta tradição cultural ao som de um acompanhamento instrumental ao vivo. Um pouco mais tarde, às 15h, acontece a oficina “Diversidade no Prato: Comida Nativa e Povos Indígenas”, com Mato no Prato. Esta atração consiste em uma apresentação do grupo de Xondaro da Aldeia Tenondé Porã, localizada no sul da cidade de São Paulo. Às 16h é a apresentação. Ao som de violão, rabeca, tambor e maracá, cerca de 20 pessoas participam em roda sob a liderança de um líder, que os instiga aos movimentos que devem ser realizados. Após a apresentação acontece um bate-papo com o grupo.

Debates
No próximo dia 10, às 19h30, acontece o debate Presença e Ausências Indígenas, no Vale do Paraíba e na Educação Brasileira, com Daniel Munduruku e Wagner Bornal. Esse último fala sobre ocupação pré-colonial do Vale do Paraíba por grupos indígenas, e de um mapeamento da presença indígena no Vale iniciada por ele. Já o escritor e doutor Daniel Munduruku avalia a implementação da lei que tornou obrigatório o ensino de história e cultura dos povos indígenas brasileiros nas escolas de educação básica.

Outro debate será realizado no dia 11 de abril, às 19h30. Na oportunidade o ativista cultural Aluizio Marino, a liderança da Terra Indígena Tenondé Porã Jera Poty e a antropóloga Tatiane Klein debaterão “Povos Indígenas: O que você tem a ver com eles?”. Temas como a demarcação das terras indígenas e suas consequências para os povos indígenas e não indígenas serão tratados neste bate-papo.

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