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“Cratera da Estiva”, em Taubaté, aumenta e prefeitura dá novo prazo para fim da obra
Inicialmente, a prefeitura previa concluir o reparo em pelo menos 30 dias, mas identificou que o problema é muito maior. Obra deve ser concluída em até um ano.
Em 25/02/2025 13:00 por Redação Guia Taubaté
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A cratera que se abriu em janeiro no bairro Estiva, em Taubaté, aumentou e a prefeitura constatou que o problema é mais grave do que o previsto inicialmente. Com isso, a estimativa de conclusão do reparo foi ampliada e pode levar até um ano.
O buraco surgiu na avenida Antônio Philadelpho Pinto em 22 de janeiro, após um temporal. No primeiro diagnóstico, a previsão era que a obra fosse finalizada entre 30 e 60 dias.
Em entrevista a TV Vanguarda nesta terça-feira (25), o vice-prefeito e secretário de Serviços Públicos, Oliveira Neto, explicou que uma vistoria detalhada identificou uma extensão maior dos danos.
“A gente falou que seria 30 dias caso o buraco se limitasse (ao espaço) onde abriu. No entanto, nossos técnicos fizeram vistoria por dentro da tubulação e foi constatado que a extensão do dano é muito maior. Para se ter uma ideia, estamos prevendo uma reforma de pelo menos 80 metros no local. Ficou muito mais complexo e muito maior do que a previsão inicial. Dessa forma, a gente teve que alterar esse prazo até para comprar a tubulação necessária”, afirmou.
Obra emergencial e risco de avanço da cratera
Segundo Oliveira Neto, as chuvas têm contribuído para o aumento do buraco, e a prefeitura pretende realizar um fechamento emergencial antes da obra definitiva.
“Com a quantidade de chuva que está caindo, o buraco está aumentando muito rápido. Então vamos fazer algo emergencial, fechando o buraco e estabilizando o local. E posteriormente, com uma licitação e um processo maior, a gente vai ter que abrir novamente e fazer toda a rua. A gente queria evitar de fazer dois serviços, mas para (o buraco) não chegar nas casas, teremos que fazer isso”, explicou.
O secretário citou o caso da cratera do bairro Jardim Mourisco, que foi reparada pela prefeitura em 2023, mas voltou a se abrir no início deste ano, reforçando a necessidade de uma solução definitiva.
“O fechamento emergencial a gente consegue fazer em no máximo um mês e meio. Mas, para resolver o problema definitivamente, de seis meses a um ano. Primeiro que vamos ter que refazer o processo, segundo que a área é muito grande. Vamos ter que abrir toda a rua. O nosso objetivo é que não aconteça o que aconteceu no Jardim Mourisco, que em 2023 a prefeitura fez um concerto, e agora tivemos que refazer um outro ponto na mesma rua. Se a gente não fizer um trabalho a longo prazo e mais consistente, isso vai acabar acontecendo aqui também e a gente quer evitar essa situação”, concluiu.
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