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Estudantes e movimentos participam de manifestação em Taubaté


Protesto contra corte de verbas na educação aconteceu na noite desta quarta-feira (15) e teve início na Praça Santa Terezinha

Estudantes e movimentos participam de manifestação em Taubaté Manifestantes se reuniram na praça Santa Terezinha na última quarta-feira (15) (Foto: Unitau Enfrente)
Publicado em 16/05/2019 11h38
por redação/ Guia Taubaté

O dia 15 de maio foi marcado por protestos em todo o país contra os cortes de gastos na educação anunciados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Em Taubaté, alunos e professores se reuniram na Praça Santa Terezinha para manifestar contra as propostas apresentadas pelo Governo Federal nas últimas semanas.

Participaram do ato na última quarta-feira estudantes universitários, profissionais da área da educação, representantes do DCE (Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Taubaté) e do Sindicato dos Metalúrgicos.

A paralisação dos alunos da Unitau (Universidade de Taubaté) foi organizada pelo movimento “Unitau Enfrente”.

O ato teve início na Praça Santa Terezinha às 17h30 e seguiu pelas ruas da cidade já no período da noite. Segundo os organizadores, cerca de mil pessoas participaram da manifestação.

O que são os chamados “cortes de gastos”?
De acordo com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, os cortes foram aplicados sobre gastos não obrigatórios, como água, luz, obras e compras de novos equipamentos, mas não afetou as despesas obrigatórias, como salários de professores ativos e inativos ou assistência estudantil.

O corte nas universidades anunciado pelo ministro será de R$ 1,7 bilhão, o que representa 25% dos gastos discricionários e 3,4% do orçamento total das instituições.

A pasta da Educação foi a que teve o maior corte em 2019, com o valor total de R$ 5,8 bilhões do orçamento. Em segundo lugar, o maior corte atingiu o Ministério da Defesa (R$ 5,1 bilhões), seguido da Infraestrutura (R$ 4,3 bilhões) e Minas e Energia (R$ 3,7 bilhões).

Além do anúncio dos cortes, a declaração do governo à suposta “balbúrdia” nos campus de universidades repercutiu mal no meio acadêmico. No dia 30 de abril, Weintraub anunciou que três universidades (UFF, UFBA e Unb) teriam verbas cortadas por problemas de comportamento. Depois de receber críticas de várias entidades, o ministro anunciou que o corte atingiria todas as instituições de ensino superior.

Após uma semana desse anúncio – e de novas críticas - o chefe da pasta de Educação disse que não haveriam cortes e sim um contingenciamento, com os recursos podendo ser liberados caso a economia do país melhore no segundo semestre. O contingenciamento é um bloqueio feito pelo governo, impedindo gastos por falta de receita, e pode ser revertido. Nos últimos anos e por meio de outros governos, que tiveram baixo crescimento (ou crescimento negativo), os recursos de contingeciamentos acabaram não sendo liberados.

Reação do presidente
Em Dallas, nos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre as manifestações pelo país. Ele disse que não gostaria de contingenciar verbas, mas que o bloqueio é necessário e que os manifestantes que protestam contra isso são “uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra”.

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